Como futura profissional da área da saúde, resolvi escrever sobre um tema bem polêmico.
Isso não é novidade para ninguém, mas sempre que ciência e religião são a pauta de
um mesmo assunto, conflitos são inevitáveis. A um tempo atrás, enquanto assistia televisão, chamou-me a
atenção uma propaganda que questionava: “E se Ciência e Religião fizessem as
pazes?”.
Minha
intenção não é difundir ainda mais opiniões pessoais sobre o assunto, porém
essa questão me intriga a partir de alguns fatos, como, por exemplo, uma pessoa
preferir a morte à uma transfusão de sangue, por ser contra a sua religião.
Enquanto a
Ciência está em constante evolução, se mostrando cada vez mais benéfica e
atuante no meio humano, encontrando curas ou tratamentos para doenças que
seriam fatais; a Religião é um conjunto de crenças que segue estagnado desde
séculos “antes de Cristo”, merecendo, também, admiração por tamanha
demanda de seguidores, movidos e sustentados apenas pela fé.
Como aluna de
Biomedicina, eu não concordo com o que pregam algumas religiões, quando uma
vida está em risco, dado que a Ciência precisa provar as suas descobertas com
base precisa e racional, e a Religião depende, apenas, da fé de quem as segue.
Mas, por outro lado, como diria Albert Einstein: “Ciência sem Religião é manca.
Religião sem Ciência é cega”. Cada qual apresenta argumentos, defendendo o seu
ponto de vista e criticando outros pontos. A avaliação dos mesmos fica a
cargo do leitor.
Existem fatos religiosos que a Ciência não
explica, bem como fatos científicos que a Religião não consegue explicar. Mas,
no final de tudo, como se representassem a faísca e a pólvora, acredito que
elas não podem interagir, contudo uma necessita da existência da outra, para se
sustentarem e progredirem, visando, sempre, à evolução da humanidade.
Seja bem-vinda ao obscuro e denso universo dos blogueiros.
ResponderExcluirSomos a resistência!