segunda-feira, 29 de julho de 2013

Que tal visitar Chernobyl?



O assunto de hoje é viagem. Afinal, quem não gosta???

Conversando com meu namorado, no último final de semana, sobre lugares que gostaríamos de conhecer, ele me falou sobre conhecer Chernobyl. Eu nunca havia parado para pensar, mas não é que a ideia não é ruim. 
     A grande maioria das pessoas quer conhecer New York, Roma, Milão, Disney, Miami, Las Vegas, Los Angeles, Paris, Londres, e por aí vai. Destinos clichês, eu diria. Por isso vim falar sobre esse destino, um tanto quanto diferente.

Usina Nuclear de Chernobyl
     Situada em Pripyat, Ucrânia - 18km a noroeste da cidade de Chernobyl - a usina possuía quatro reatores que, em conjunto, produziam 10% da energia elétrica utilizada pela Ucrânia. 

O Acidente
     No dia 26 de abril de 1986, o reator quatro - rico em Césio-137 -  sofreu uma explosão, tornando-se, então, a maior tragédia nuclear da história. A usina liberou material radioativo 400x maior que o das bombas usadas contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Foi uma contaminação quilométrica, que tomou conta da cidade de Pripyat.

Resultados
     Esse acidente, devastador, resultou na morte de milhares de pessoas, além de algumas anomalias. O governo soviético disse que foram 15 mil óbitos, enquanto organizações governamentais estimam, pelo menos, 80 mil.
     A radioatividade destrói as células e provoca diversos tipos de câncer. Aqueles que sobreviveram, foram atingidos por altos níveis de radiação, ficando, assim, com diversos problemas. Problemas esses que podem, inclusive, afetar geneticamente seus descendentes. 


Que tal visitar Chernobyl?
     Após 25 anos do ocorrido, com os níveis de radiação já baixos, o governo da Ucrânia abriu a área, tornando possível a visitação no local. É óbvio não é permitido entrar nas instalações onde está o reator 4, pois a radiação ainda é elevadíssima e, ainda, contém elementos que ficarão no ar por milhares de anos. Mas é possível chegar bem próximo da usina, e ficar por lá por, no máximo, 1 hora. 
     O bacana, também, é visitar as casas e escolas abandonadas da cidade de Pripyat. Alguns dos moradores que viviam lá, levaram consigo móveis e outros objetos, porém, com tudo altamente contaminado a grande maioria abandonou tudo.
     É uma verdadeira cidade fantasma. Nela, pode-se ver como o mundo ficaria sem a intervenção humana. Acredito que, se algum dia eu tiver a oportunidade de conhecer a cidade, vou me sentir dentro de um filme de zumbis. Aqueles em que os zumbis invadem a cidade e não sobra ninguém pra contar a história. (rsrsrsrs)

     A visitação funciona, basicamente, da seguinte forma:
* Os visitantes assinam um contrato que a responsabilidade por qualquer prejuízo à saúde é por sua conta e risco. 
* Menores de idade, grávidas e mulheres em período de amamentação são expressamente proibidos. 
* Um traje especial contra a radiação está disponível, mas não é obrigatório.
* É possível a visitação em grupo, pagando US$100, ou sozinho acompanhado de um guia, pagando US$500.
* Nas seis horas que antecedem a visita é proibido fumar, beber álcool, acender fogo ou sair do itinerário oficial.

     É fato que o lugar ainda é perigoso para a saúde. A tensão durante a visita deve ser tão grande, que passa longe de ser um passeio turístico. Mas eu, sem dúvida, gostaria de conhecer. Alguém mais se arriscaria???








Essa é uma imagem famosa do Parque de Diversões que iria inaugurar cinco dias após o acidente. 
O parque nunca foi usado.

 A explosão poderia ter tomado proporções muito maiores se não fosse por uma equipe de bombeiros.
  Todos eles morreram alguns dias depois, por causa da radiação que ficaram expostos.
Esse é um monumento que foi feito em homenagem a eles.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Bebê Real

Geeeeeente,
Acredito que não seja novidade pra ninguém, mas eu precisava postar mesmo assim.

Então... Na última segunda-feira (dia 22) nasceu o filho do príncipe William e da duquesa Kate. O nome do bebê é George Alexander Louis. É ou não um nome de um verdadeiro bebê real??? (simplesmente amei)
Olha que família linda:

(e rica - rsrsrsrs)

A escolha do nome se deu pelo seguinte:
George  foi uma homenagem a George VI (pai da rainha Elizabeth II). Já o Alexander foi uma homenagem a própria rainha Elizabeth II, que tem "Alexandra" como nome do meio. Já o Louis, além de ser um dos nomes do meio do pai do bebê, era, também, o nome do tio-avô do príncipe Charles.

Essa fofurinha será conhecida, mundialmente, como Sua Alteza Real, Príncipe George de Cambridge.
Que chique, hein!?!?!?!



Agora algo, realmente, importante. Você sabe por que a Inglaterra não tem presidente, mas sim rei/rainha?

Coroa da Rainha Elizabeth II
É muito simples. Veja bem:
A Inglaterra, diferente de muitos países (como o Brasil) onde vigora o presidencialismo, adota o parlamentarismo. Simples, não? No parlamentarismo não é o povo que elege o Chefe de Estado (Presidente da República, no nosso caso), sendo assim, o governo responde perante o parlamento. 
O poder executivo do Reino Unido é exercido pelo Chefe de Estado (atualmente ocupado pela rainha Elizabeth II) e pelo Chefe de Governo, que é o Primeiro Ministro David Cameron (quem realmente governa).

Ciência X Religião

            Como futura profissional da área da saúde, resolvi escrever sobre um tema bem polêmico.
Isso não é novidade para ninguém, mas sempre que ciência e religião são a pauta de um mesmo assunto, conflitos são inevitáveis. A um tempo atrás, enquanto assistia televisão, chamou-me a atenção uma propaganda que questionava: “E se Ciência e Religião fizessem as pazes?”.
Minha intenção não é difundir ainda mais opiniões pessoais sobre o assunto, porém essa questão me intriga a partir de alguns fatos, como, por exemplo, uma pessoa preferir a morte à uma transfusão de sangue, por ser contra a sua religião.
Enquanto a Ciência está em constante evolução, se mostrando cada vez mais benéfica e atuante no meio humano, encontrando curas ou tratamentos para doenças que seriam fatais; a Religião é um conjunto de crenças que segue estagnado desde séculos “antes de Cristo”, merecendo, também, admiração por tamanha demanda de seguidores, movidos e sustentados apenas pela fé.
Como aluna de Biomedicina, eu não concordo com o que pregam algumas religiões, quando uma vida está em risco, dado que a Ciência precisa provar as suas descobertas com base precisa e racional, e a Religião depende, apenas, da fé de quem as segue. Mas, por outro lado, como diria Albert Einstein: “Ciência sem Religião é manca. Religião sem Ciência é cega”. Cada qual apresenta argumentos, defendendo o seu ponto de vista e criticando outros pontos. A avaliação dos mesmos fica a cargo do leitor.
Existem fatos religiosos que a Ciência não explica, bem como fatos científicos que a Religião não consegue explicar. Mas, no final de tudo, como se representassem a faísca e a pólvora, acredito que elas não podem interagir, contudo uma necessita da existência da outra, para se sustentarem e progredirem, visando, sempre, à evolução da humanidade.